segunda-feira, 29 de março de 2010

VOLTAR A NASCER

Você acredita em reencarnação? Acredita que alguém que tenha morrido possa retornar a viver, em outro corpo?
Acha que isso tudo é somente uma grande fantasia, excelente para enredo de filmes, matéria literária para encher páginas e mais páginas de revistas?
Talvez algo sensacional para títulos de manchetes?
Pois aquela senhora de 86 anos cultivava as saudades do seu irmão há mais de seis décadas quando um casal entrou em contato com ela.
A princípio, de forma muito prudente, como a sondar seus sentimentos e depois, revelando enfim que, em sua casa, seu filho dizia ter sido irmão dela.
Anne Barron lembrava de que, no dia 3 de março de 1945, estava em sua sala de estar, fazendo a limpeza.
Estava ansiosa porque toda a família iria se reunir em sua casa para aguardar, em breves dias, o retorno do irmão.
Então, ela sentiu como se ele estivesse ali, ao lado dela. E falaram e falaram. Eram muito ligados.
A reunião nunca aconteceu porque James foi dado como desaparecido em uma missão, como piloto.
O dia em que desaparecera? 3 de março.
Agora, um menino de 5 anos estava ao telefone, para falar com ela. Ele a chamou de Annie.
Ela estremeceu. Somente seu irmão a chamava dessa forma. A conversa foi muito interessante.
O garoto tinha conhecimento de muitas coisas da família. Referia-se ao pai e à mãe de ambos como um irmão faria.
O menino se lembrava com riqueza de detalhes do alcoolismo do pai, de que uma outra irmã, de nome Ruth, tinha sido colunista social de um jornal da cidade.
A quantidade de minúcias da família sobre as quais conversavam Anne e o novo James era impressionante.
Com o tempo, quaisquer dúvidas foram eliminadas da mente de Anne. Aquele era seu irmão, que voltara a viver, em outro corpo.
Então, ela resolveu mandar para a cidade onde ele morava, um presente.
Era um quadro que a mãe deles havia pintado do filho quando ele era criança.
Quando o recebeu, a primeira pergunta do pequeno a Anne foi:
Onde está o quadro que ela pintou de você?
Anne ficou sem fôlego. Apenas ela sabia que sua mãe pintara dois retratos: seu e de seu irmão.
O retrato de Anne estava no sótão. Ninguém no mundo sabia disso, só ela.
A cada vez que com ele falava ao telefone, ela tinha mais certeza: aquele garoto era um Espírito familiar.
Quando o ouvia, ela não podia deixar de reconhecer que era o Espírito do seu irmão, morto na guerra, que voltara.Quando se encontraram, pela primeira vez, face a face, ele a olhou atentamente.
Quieto, ele a ficou examinando com o olhar, avaliando. Algo como se estivesse tentando encontrar o rosto da irmã de 24 anos na mulher de agora 86 anos. Ela envelhecera. Ele renascera.
Não demorou muito e conversavam, de forma natural, com afetividade, identificando-se um com o outro.
* * *
A reencarnação é Lei natural e todos os Espíritos a ela se submetem, até alcançar a perfeição.
Foi isso que Jesus ensinou ao falar a Nicodemos: Em verdade, em verdade te digo: ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo.
Redação do Momento Espírita, com base nos caps. 32 e 33 do livro A volta, de Bruce e Andréa Leininger
com Ken Gross, ed. Bestseller.Em 29.03.2010.

sábado, 20 de março de 2010

CARIDADE PARA CONOSCO


Não nos esqueçamos de que há também uma caridade que devemos a nós mesmos, a fim de que a caridade que venhamos a praticar, à frente do mundo, não se reduza a mera atitude de superfície.
Caridade que nos eduque no espírito do Senhor, cuja Doutrina de luz abraçamos com o pensamento e com os lábios e que, pouco a pouco, nos cabe esposar com toda a alma e coração.
Para exercê-la é preciso que saibamos:
perdoar as falhas alheias sem desculpar-nos;
cooperar nas boas obras sem aguardar a colaboração do companheiro;
ajudar aos que nos cercam sem esperar que nos retribuam;
dar do que temos e detemos sem cobrar o imposto da gratidão;
iluminar o caminho que nos é próprio, aprendendo a vencer as sombras que ainda se nos adensem ao redor;
calar para que os outros falem;
defender os outros, sem procurar defender-nos;
humilharmo-nos, sem pedir que os outros se humilhem;
reconhecer nossas falhas e corrigi-las;
servir sem recompensa, nem mesmo o da compreensão que nos remunera com o salário do reconforto;
trabalhar incessantemente,sem aguardar aguilhões que nos constranjam ao desempenho dos deveres que nos competem;
sentir no irmão de experiência necessidades e dores iguais às nossas, para que a vaidade não nos induza à cegueira;
considerar a bondade constante do Senhor que opera sempre o melhor, em nosso benefício, e cultivar o reconhecimento a Ele, através do sacrifício, em favor daqueles que nos rodeiam.
Aperfeiçoarmo-nos por dentro é ajudar por fora com mais segurança e como salvar significa recuperar com finalidades justas no trabalho comum, assim como oferecemos mão forte à árvore a fim de que ela cresça, frondeje e produza para o bem de todos, salvando-se da inutilidade, também ao Senhor nos aprimoremos, transformando-nos em instrumentos vivos de seu Infinito Amor, onde estivermos.

quarta-feira, 17 de março de 2010

REFLITA

Um vencedor é sempre parte da resposta
Um perdedor é sempre parte do problema

Um vencedor possui sempre um programa
Um perdedor possui sempre uma desculpa

Um vencedor diz "Deixe-me ajudá-lo"
Um perdedor diz "Não é minha Obrigação"

Um vencedor vislumbra uma resposta para cada problema
Um perdedor vê todos os problemas, sem Resposta

Um vencedor diz "Pode ser difícil, mas não impossível"
Um perdedor diz "pode ser possível, mas é difícil"

Um vencedor entende que sem Deus
não poderá encontrar-se com o melhor,
para a sua Vida.

Um perdedor crê que pode viver sempre
baseado em seus Recursos próprios e seu
orgulho pessoal.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Deficiências
                                                   Mário Quintana
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as
imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter
consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria,
e só têm olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o
apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer
garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da
máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem enxergar a grandeza de Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."

sábado, 6 de março de 2010


O SELO ACIMA FOI OFERECIDO PELA BLOG IDEIASCLEI
COMO RECONHECIMENTO DA MINHA
 DEDICAÇÃO AO BLOG DA CASA ESPIRITA CAMINHO DA LUZ.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Há vários tipos de felicidade: ter um carro zero; passar no vestibular; tornar-se avô; receber um elogio.
Mas há um tipo de felicidade que independe das outras pessoas e dos eventos externos.
 É uma felicidade serena e silenciosa, fruto de um cuidadoso trabalho interior.
É a felicidade de conhecer-se, de valorizar-se e de festejar cada pequena vitória pessoal.
Essa felicidade tem o poder de curar.
Ela é verdadeira, simples e constante.
A decisão de ser sempre feliz, haja o que houver, depende apenas de nossa força interior.